Habilidades

1.Vídeo intubação

A intubação orotraqueal é um dos procedimentos mais importantes no manejo da criança com insuficiência ou falência respiratória, que necessita de um aporte ventilatório mais definitivo e eficaz. No entanto, a sua indicação não se restringe somente aos quadros respiratórios. No  choque com repercussão hemodinâmica, qualquer que seja a sua origem, a intubação promove a melhora do débito cardíaco e da oferta de oxigênio aos tecidos. Nos quadros neurológicos, onde há o comprometimento do centro respiratório e no coma, a intubação garante a proteção da via aérea e mantém a oxigenação e ventilação adequadas para o metabolismo cerebral. Diante disto, ter habilidade neste procedimento é de fundamental importância para o médico emergencista.

O vídeo a seguir,  mostra como proceder à intubação na criança.

2.Vídeo lâminas intubação

A escolha adequada das lâminas para a intubação garante o sucesso do procedimento. Nas crianças, dependendo da anatomia da via aérea, podem-se utilizar as lâminas retas ou curvas. O mais importante é sempre atentar para o tamanho adequado, a fim de que o procedimento transcorra sem intercorrências

O vídeo mostra como as lâminas para intubação devem ser utilizadas e qual o parâmetro anatômico de apoio durante o procedimento.

3.Inserção Máscara laríngea

A mascara laríngea (ML) é um dispositivo supraglótico e corresponde a um método alternativo à intubação orotraqueal para a ventilação com pressão positiva em crianças. De fácil inserção , o seu uso, na emergência, permite manter uma oxigenação e ventilação adequadas, principalmente, nas situações de via aérea difícil. É um dispositivo que pode ser usado, inclusive, nas situações de parada cardiorrespiratória na criança e na ressuscitação do recém nascido.

O vídeo mostra a técnica de inserção da ML.

4.Posição Máscara laríngea

Neste vídeo veremos como ocorre o mecanismo de ventilação através da ML, tomando-se por base a sua colocação na região supraglótica.

5.Intra óssea com pistola EZ-IO e agulha com mandril

O acesso intraósseo é o principal acesso venoso na emergência pediátrica. Sua principal indicação se faz nas crianças com instabilidade hemodinâmica e na parada cardiorrespiratória. De fácil obtenção, o acesso permite que fluídos e medicamentos infundidos, atinjam rapidamente a circulação central, através dos vasos não colapsáveis da medula óssea.

A agulha intra óssea deve ser introduzida utilizando técnica asséptica. O osso de eleição é a tíbia, e a sua introdução deve ser 1 a 2 cm abaixo da sua tuberosidade, no platô medial. Outros locais de punção também podem ser usados:, úmero, maléolo lateral da tíbia, rádio, crista ilíaca.  A agulha é composta por um mandril que impede que espículas ósseas provoquem a sua obstrução.

Existem algumas técnicas para a introdução da agulha intraóssea. Nestes vídeos, vamos descrever as duas técnicas de inserção mais utilizadas no PSI do HU:

  • técnica trocarte manual:  através da pressão da palma da mão, são realizados movimentos de rotação da agulha com mandril contra o platô medial da tíbia. Esses movimentos são repetidos até que seja vencida a resistência óssea, atingindo o plexo vascular da medula. Os líquidos e medicamentos são infundidos sem resistência ou extravasamento.
  • Técnica com a pistola EZ-IO: consiste na utilização da agulha com mandril acoplada à pistola, a qual é acionada quando a agulha está em contato com o platô medial da tíbia. As agulhas são escolhidas de acordo com o peso da criança e são identificadas por três cores. A agulha de cor vermelha atinge profundidade de 15 mm; a de cor azul 25 mm e a cor amarela 45 mm.

Os vídeos a seguir mostram a técnica de inserção da agulha com trocarte manual e da agulha com pistola

6.Ventilação lactente e criança

A ventilação com máscara e ressuscitador manual é de fundamental importância para garantir a oxigenação e ventilação da criança em insuficiência respiratória.  É uma prática muito utilizada nas situações de emergência. Apesar de ser um método, aparentemente, de fácil execução, a sua realização deve obedecer a técnica adequada, impedindo o escape de ar através da máscara facial e permitindo uma boa expansibilidade torácica. Pode ser realizada por um ou dois socorristas, considerando sempre a técnica do C-E,  como mostram os vídeos a seguir.